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segunda-feira, 30 de março de 2020

N E G R O S de ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO

INTRODUÇÃO: Poema de nossa autoria classificado em 2º Lugar num Sarau Brasileiro comemorativo do “Dia da Raça Negra” em 20/11/2018.

– N E G R O S –

Deus criou os homens racionais...
Com alma e sentimentos incolores!...
Nas raças todas as raízes são iguais:
Racismo nasce da escravatura e seus horrores!...
O sangue que nos dá vida é todo igual...
As lágrimas que choramos igual também,
Pode a cor da pele ser desigual...
Não torna um ser perverso num ser de bem!...
As raízes da humanidade é Africana
As bases da nossa cultura nasceram lá!...
Se o estudo da ciência se não engana,
Foi a partir da raça negra que estamos cá!...
Brancos, pretos, amarelos ou vermelhos...
Homens bons e maus andam p´lo mundo...
Os séculos passados são os espelhos,
Para estudos e análises mais profundos!...

ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO
01º Membro Correspondente AIL. Brasil/Portugal.

sexta-feira, 30 de agosto de 2019

R E C O R D A Ç Õ E S de ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO

RECORDAR! ...Diz um ditado popular que “...recordar é viver...”, talvez encerre algo de verdadeiro, porquanto ao recordar-mos factos ou acontecimentos, que nos deixaram “marcas” de alegria, dor, sofriento ou saudade, estamos a reviver momentos “arquivados” na nossa mente e ao relembrar-mos, sentimo-nos recuar no tempo.
            Claro, existem recordações mais ou menos agradáveis ou dolorosas, porém não as podemos nem devemos tentar ignorar e convencermo-nos do seu não acontecimento!
O meu poema de hoje, tenta englobar vários acontecimentos que deixaram “marcas” na minha existência, da mesma forma que podem “dizer” alguma coisa, aos leitores que queiram dedicar um pouco do seu tempo a ler este meu trabalho!

– POEMA DO NADA! –

Longe ...tão longe!
Quão perto tu estiveste ...mas partiste;
O Sol nesse dia não brilhou,
A escuridão surgiu ...mas não findou!

Longe ...tão longe!
Ficou todo um passado ...que não volta;
No vento das memórias ficaste tu...
Na alma ficou a dor cruel da revolta! 

Longe... tão longe!
Memória perdida no tempo do passado;
Negrume que decora o pensamento,
Surdos gemidos de alma ...um lamento!

Longe... tão longe!
Tempo voando nas asas dum corcel alado;
Que cai no infinito da eternidade sem fim,
Perdido num abismo cruel, mas belo onde vivi!

Longe... tão longe!
Partida sem retorno ao encontro do nada,
Viagem perdida no espaço incerto,
Sonho algo distante ...e que senti tão perto!

 ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO
01º Membro Correspondente AIL. Brasil/Portugal.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

S A U D A D E de ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO

TEMA DE INTRODUÇÃO: "SAUDADE". Saudade! ...Sentimento nada fácil de explicar, porquanto engloba várias formas do ser humano sentir, interiorizar ou exteriorizar algo, que a sua alma ao gravar um acontecimento (negativo ou positivo) mais tarde a mente tenta reconstruir, seja desgosto, alegria ou prazer, ocorrido num determinado momento das suas v...idas. 
Esta situação torna-se a maior parte das vezes impossível de voltar a suceder, por esse facto se revivem acontecimentos passados, cuja intensidade pode ser agradável ou dolorosa. 
Esse "registo" jamais fica esquecido na nossa memória. 
Segundo vários estudos, o sentimento (saudade) está mais latente em povos latinos, com especial incidência em Portugal, daí o facto do FADO (canção Nacional Portuguesa) representar (talvez) a saudade, englobando poética e musicalmente uma expressão, onde esse sentimento serve de inspiração!

– S A U D A D E –

Saudade!...
Angústia... Desejo... Recordação;
Tristeza... Alegria... Emoção!... 
Sonho, que se vive bem desperto!...

Saudade!... 
Daqueles, que estão longe ou, que partiram, 
Das saudades daqueles, que as sentiram... 
Saudade ainda maior por quem está perto! 

Saudade!... 
Por vivermos... por amarmos, 
Saudades, que em sonhos desejámos, 
O sim, o não e o talvez do que queremos... 

Saudade!... 
Das marcas e lembranças não esquecidas, 
Da vida, que tão pouco foi vivida, 
De tudo o que se julga e não sabemos!... 

Saudade!... 
Das horas felizes, que passaram. 
Por recordações tão belas, que ficaram... 
Jamais esquecidas podem ser!... 
Saudades das saudades não vividas, 
Saudades por saudades não sentidas... 
Saudades vou ter de ti... quando morrer!...

ANTÓNIO JOAQUIM ALVES CLÁUDIO
01º Membro Correspondente AIL. Brasil/Portugal.