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terça-feira, 16 de janeiro de 2024
quarta-feira, 6 de dezembro de 2023
Cerimonia Mista / TÍTULO DE REFERÊNCIA E QUALIFICAÇÃO LITERÁRIA "DOMINUS LITERÁRIO" / premiação POLIMATA / Diplomação AIL 2023
segunda-feira, 20 de novembro de 2023
Resenha: Desatinos ao versejar / Paulo Roberto Monteiro de Sousa
DESATINO: Loucura; expressão de falta de juízo, de bom senso, de tino. Comportamento, ação ou dito da pessoa desatinada, louca, insana.
VERSEJAR: O mesmo que: poeta,
poetiza, rima, versa. Fazer
versos; poetar, trovar.
Rítmica
em seu comportamento, louca em suas expressões... DESATINOS AO VERSEJAR, ou
melhor, A LOUCURA EM FORMA DE POESIA é um livro que nos transmite de forma
eficaz como experiência um panorama geral sobre o autor e sua forma de ver a
vida, dando voz aos
seus sonhos e relações transformando a matéria do cotidiano em poesia e
revelando seus estilos e vontades, como sinônimo direto e proporcional do
dia-a-dia.
E SIM... de fato o cotidiano permeia todo poeta como parte
robótica para a criação.
Depois
das primeiras incursões da poesia ao lirismo social e a intensa prolífica atividade
literária de um leitor é desdobrada a escrita como parte liberal do ser
material que somos, adotando e fundindo a palavra poética com a ação que
expressa o poetizar, essa ação, esse desatino emocional torna assim a fórmula
periódica e ao mesmo tempo a companhia que firma temas de nosso dia a dia como
a solidão, a morte, o amor, a loucura, o místico e o amor como tabus pessoais
que versa o autor em modo sistemático resultando como recompensa as diferentes
sensações dada a interação interpessoal do leitor ao autor.
Ler este livro é encontrar na poética de PAULO
ROBERTO MONTEIRO DE SOUSA um velho amigo, não porque antes tenha lido um livro dele, mas
porque PAULO ROBERTO toma para si e faz as poesias — suas. Fazendo-me pensar que quem
as escreve, descreve, penso eu, também fases de minha vida.
Resenha: Delírios poéticos / Paulo Roberto Monteiro de Sousa
DELÍRIO: Estado de alteração mental que faz com que um indivíduo apresente uma visão distorcida da realidade, sendo que isso pode ser demonstrado de diferentes formas, por meio de uma confusão mental, de uma redução da consciência e até mesmo de alucinações.
POÉTICO: Que pertence à poesia, que é próprio dela. Apropriado para inspirar um poeta. Que comove; emocionante.
PAULO ROBERTO MONTEIRO com a sua poética do delírio revela
como análogo ao seu projeto surrealista uma trajetória composta pela incursão do cotidiano e a inspiração que alega outro sentido à vida
sobrepondo a emoção lírica dada a consciência do agora como raiz que parte da
jornada do poeta, desenvolvendo objetos e relações entre a arte e a loucura de
estar vivo.
Como referência essa vontade de estar em coletivo para a relação autor/leitor recorre ao espectador que é o leitor em função de uma percepção familiarizada caracterizada por sua intensa expressividade ao questionar, portanto, a arte racionalista justamente com o desvio da própria relação entre o método e a vida pela perspectiva ou analise para a infinitude que é a arte que pertence à poesia e seu reduto emocional que demonstra e requer mais espaço, mesmo que distorcido por meio da inspiração material que comove e causa oportunidades.
Ler DELÍRIOS POÉTICOS é trabalhar com a perspectiva como base para a poesia do cotidiano ao ponto de transcender o convencional biográfico do artista/poeta extraindo assim seus temas técnicos, tendenciosos e críticos que autodefinem a singularidade e a interpretação do imaginário... rimando, interagindo e reapresentado o dia-a-dia para uma ação e reação mágica, guiada pela existência e experiência da linguagem e a transfiguração da realidade... fundindo-se com o sonho e o desejo de sonhar.
Resenha: Falando de Deus, falando de nós: Crônicas do Pe. José Émerson / Pe. José Émerson Alves da Silva
FALANDO DE DEUS, FALANDO DE NÓS é um livro que evolui e tempera a jornada do leitor como um resíduo objetivo e singular da existência humana que transmuta a praticidade avariada da vida por uma visão parcial do homem sobre o TODO e o pensamento de DEUS.
Essa perspectiva inicial é exemplificada em forma de
crônica, gênero que aproxima mais o leitor da interpretação do fenômeno escrito
por se tratar de uma narração curta que faz parte dos aspectos sociais, ao
gerar trocas de sentidos auto interpretativos sobre a manifestação voltada ao
sagrado.
Minha impressão nesse sentido,
tomando como base a experiência e a comparação de leitura a outras obras,
sobressai oportunamente sobre a prática do assunto ao figurar a condução
instintiva que nos leva ao fato concreto de experiência e as trocas vinculares
do ser humano em suas diferentes óticas sobre o cotidiano sócio/religioso.
O livro é dividido em duas partes, pontuando os diálogos
internos que antecedem as doações de Deus para com o homem em pressupostos que
orientam uma compreensão inicial entre alguns aspectos ligados à religião e a
vida social humana como um fio condutor da excelência de Deus.
Para a primeira parte o autor nos apresenta cenários
fundamentalista, em sua gênese, estrutura e função social, sobre o amor, a
gratidão, a angústia e as tendências emocionais que levamos conosco no dia a
dia. Elevando a crônica a categoria de discurso moralizador (sermão) ao extrair
a mensagem expondo seu significado e o impacto que ele causa no ser humano como
indivíduo ou mesmo na sociedade como grupo de pessoas.
Já na segunda parte vivenciamos um olhar mais teológico ao apresentar atitudes que possam ser vistas para dar concretude a vivências dada a religião.
Com essa finalidade, o autor explica sobre o que é realmente o compromisso, a espiritualidade e o envolvimento da sociedade que evidenciam os frutos para expressar a gratidão de seu coração, como forma de contribuir para o fortalecimento de uma cultura de generosidade e responsabilidade coletiva.
No fim, FALANDO DE DEUS, FALANDO DE NÓS é isso, o meio que representa as possibilidades e impressões de Deus sobre o homem e do homem sobre Deus além do fortalecimento vincular para a prática do indivíduo social e o ser espiritual.
Resenha: Meus versos, minhas rimas: coletânea de cordéis / Santina Izabel dos Santos Barros
VERSO (do termo latino versu), conhecido popularmente como as linhas que constituem uma estrofe num poema para a composição literária metrificada, tais como uma estrofe.
RIMA é uma homofonia externa, constante da repetição da última vogal tônica do verso e dos fonemas que eventualmente a seguem.
MEU pronominal possessivo que determina um substantivo (coisa ou pessoa) relacionado à pessoa que fala, e que pertence a quem fala.
Acho fascinantes as descrições e
as anedotas sobre a vida em forma de verso e prosa principalmente quando elas
são saborosamente um fascínio que revisita o tempo ao recriar ligações
obstinadas e profundas como homenagem direta as pessoas e lugares que sobrevoam
a memória conceitual de ser e estar vivo.
Esse recurso prático, dado a
memória através da literatura de cordel é um pronominal possessivo que determina
e predomina a relação da pessoa que declama com o substantivo de pertencimento
da fala (o lugar).
Pensando nisso MEUS VERSOS, MINHAS RIMAS de Santina Izabel é a possibilidade homofônica externa que intercala os versos ao dignificar o tempo e sonoridade aumentando o valor estrutural sobre os dias comuns... aqueles que passam despercebidos às vezes, mas que dão cor as nossas vidas, feitas em sua maioria de momentos passageiros sem grande decisões ou rupturas que prevê o tedio, a dor e a solidão efêmera como momentos estruturais. Ainda assim, momentos feitos de alegrias que mesmo mornas... INCENDEIAM declaradamente em movimento, sempre em movimento.
Ao final do percurso, chegamos como um sobrevoo em tantas camadas da pessoa que narra e revisita sua relação imagética com a cidade, com as pessoas e com a ideia de “lugar” que pertence a quem fala de tradição e rima.
BARROS, Santina Izabel dos Santos. Meus versos, minhas rimas: coletânea de cordéis / Santina Izabel dos Santos Barros – 1ª ed. – São João , PE : Ed. Academia Independente de Letras (AIL) em parceria com a Editorial Casa de Bonecas (ECB), 2023. 124 p.: il. ISBN: 978-65-5480-109-6
Uma resenha literária de: ENOQUE OCARDOZO – é Pai, Professor / através da faculdade de Pernambuco – UPE 2009/2012, Pesquisador em História, escritor/poeta/romancista/contista/cronista, Designer Gráfico Editorial, Ilustrador, Editor Chefe da Editorial Casa de Bonecas (ECB), Presidente Fundador da Academia Independente de Letras (AIL), da Ordem Literária SCRIPTORIUM e CASA LITERÁRIA ENOQUE CARDOZO – CLEC, Sócio Honorário da Academia Nevense de Letras, Ciências e Artes – ANELCA & Academia de Letras do Brasil/Minas Gerais/Região Metropolitana de Belo Horizonte - ALB/MG/ RMBH. Membro benemérito da Academia Internacional de Ciências, Letras e Artes/BRASILIS – AICLAB, Retentor dos títulos de REFERÊNCIA E QUALIFICAÇÃO LITERÁRIA “APONTADOR LITERÁRIO” 2021, “PALADINO LITERÁRIO” 2022 e “DOMINUS LITERÁRIO” 2023 pela Ordem Literária SCRIPTORIUM. PRÊMIO CANETA DE OURO / destaque literário 2022, COMENDA ATIVISTA DA CULTURA NACIONAL / homenagem à semana de arte moderna (1922) 2022 e TÍTULO DE HONRA AO MÉRITO / homenagem alusiva ao bicentenário da independência do Brasil 2022 pela FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES (FEBACLA).
Resenha: Sentimento & superação / Mary Santos
SENTIMENTO: É o ato ou efeito de sentir. Aptidão para receber as impressões. Sensação; sensibilidade. Consciência íntima. Faculdade de compreender; intuição; percepção. Pesar; paixão; desgosto. Pressentimento.
SUPERAÇÃO: Definição de uma mudança ao transformar a situação. É a recuperação, o ato de progredir, de ultrapassar um limite.
Não somos culpados pelo que sentimos, mas com o que
sentimos nos transformamos em culpados quando não sabemos o que fazer com
nossos SENTIMENTOS. Como escolha pessoal podemos abstrair esse vinculo
emocional através da escrita, ligada diretamente ao mundo, ao cotidiano e claro
a passagem simples que conota a reorganização poética dos pensamentos em fases
estáticas de nossas vidas.
Em SENTIMENTO E SUPERAÇÃO de MARY
SANTOS encontramos a forma prática de reorganizar nossos sentimentos ao
escrever e criar... investigando as ascensões relativas as possibilidades em ser real enquanto fantasiamos essa
significância do ser entre o racional e o emocional, aquecidos pela linguagem
poética que muda e se reorganiza a cada texto criado, ultrapassando os limites
básicos de uma reflexão existencial, uma vez que o PENSAMENTO CONTEMPLATIVO
ressalta, compõe, complementa e ultrapassa a autoconsciência e os desafios da
vida.
Desta forma, apesar de serem cordéis distintos a produção como um todo reverencia a consciência do EU e do outro, destacando não só a força, mas também as motivações como instrumentos propulsores do desenvolvimento do extraordinário substancial do SAGRADO em nossa perseverança ao trazer temas existenciais, englobando a vida, a natureza e a arte da palavra para os seus sentimentos e superações.
Rítmica em seu comportamento e expressões... SENTIMENTO E SUPERAÇÃO é um livro que nos transmite de forma eficaz como experiência um panorama geral sobre a autora e a sua forma de ver a vida, dando voz aos seus sonhos e relações, transformando a matéria do cotidiano em poesia e revelando seus estilos e vontades, como sinônimos diretos e proporcionais do dia-a-dia.
quinta-feira, 20 de julho de 2023
Lançamento / A fantástica amiga Kika / Grasiela Estanislaua Konescki Führ
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O Reconhecimento ao Mérito Literário Deodato Eleutério Rodrigues Neto é um título honorífico de referência e qualificação literária, criado ...

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